Semana Gelada!!
Nossa, essa semana, foi muito fria aqui em Curitiba, muito dificil de se levantar pela manhã para ir trabalhar, ontem, foi a maior geada que eu vi aqui esse ano, estava muito gelado, chegou a dar -2 Graus as 5 horas da manhã, mas, a sensação térmica é muito maior com o vento e a umidade, de via estar por cima de uns -6 Graus, a hora que eu sai, eram aproximadamente 7:40 da manhã, tinha pouca geada perto de casa, mas quando eu cheguei perto do trabalho, ai eu vi que a geada foi bem grande.
Como eu odeio frio essa semana está sendo muito dificil mesmo, muita roupa, e frio. É horrivel, mas, hoje quinta feira já esquentou um pouco, agora, neste momento em que eu estou digitando, está 13 Graus, pra muitos é muito frio, mas pra quem está acostumado aqui, sem problemas, mas pra quem vem aqui pela primeira vez, sofre, e para se acostumar, demora, estou aqui a uns 18 anos e acredito não ter acostumado ainda, e a cada inverno que chega, me dá uma vontade louca de me mandar daqui.
Bom, até outra hora!

Zero Graus em Canela, numa viagem
que eu fiz em 2000 em Canela.
por muita merda pra achar as pérolas. Já deletei algumas dúzias de idéias do meu HD porque não estavam no mesmo nível ou melhores do que o que eu tenho de bom até agora. De qualquer forma, a percepção do que é ‘merda’ com relação á música difere radicalmente de pessoa pra pessoa, então é possível que a reação ao redor do planeta ao novo disco do OPETH seja: ‘uma obra prima que é uma porcaria’.”
Matéria muito interessante sobre a banda Velhas Virgens, falando sobre os 20 anos da banda, sobre toda a sua trajetória independente e o presente.
Apesar de todo um relato rocambolesco e situado historicamente que a banda conta no encarte (envolvendo piratas, rum e uma cidade em Madagascar), a verdade sobre esse nome é bem outra, conforme conta o guitarrista Alexandre “Cavalo” Dias: “Estávamos, o Paulão [de Carvalho, vocalista] e eu, num show da lendária banda Made in Brazil. Começamos a tomar umas cubas. O cara do bar ou ficou nosso amigo ou se encheu de tanta cuba que a gente pedia e nos deu duas jarras com muito rum, alguma Coca-Cola e um pingo de limão. Lógico que saímos tortos, mas o lance da ‘cuba na jarra’ ficou na nossa cabeça. Como rum é bebida de pirata, a gente inventou a história.”



