Blog do Cleuby
Velhas Virgens: “Precisamos salvar os meninos do emossexualismo”
Matéria muito interessante sobre a banda Velhas Virgens, falando sobre os 20 anos da banda, sobre toda a sua trajetória independente e o presente.
Vou colocar aqui um trecho da Entrevista, que pode ser lida no site da Revista Rock Brigade.
Vinte anos é um bocado de tempo. A imensa maioria dos casamentos não agüenta nem metade disso. Imagine, então, vinte anos de estrada de uma banda de rock independente. No Brasil. E cantando letras que não ficariam exatamente bem tocando numa rádio na hora do almoço. Pois é fazendo exatamente isso que o grupo paulistano Velhas Virgens completa duas décadas de existência lançando mais um disco, o divertidíssimo Cubanajarra. E a gozação já começa no próprio título.
Apesar de todo um relato rocambolesco e situado historicamente que a banda conta no encarte (envolvendo piratas, rum e uma cidade em Madagascar), a verdade sobre esse nome é bem outra, conforme conta o guitarrista Alexandre “Cavalo” Dias: “Estávamos, o Paulão [de Carvalho, vocalista] e eu, num show da lendária banda Made in Brazil. Começamos a tomar umas cubas. O cara do bar ou ficou nosso amigo ou se encheu de tanta cuba que a gente pedia e nos deu duas jarras com muito rum, alguma Coca-Cola e um pingo de limão. Lógico que saímos tortos, mas o lance da ‘cuba na jarra’ ficou na nossa cabeça. Como rum é bebida de pirata, a gente inventou a história.”
O restante da matéria, poderá ser lida aqui.
Apesar de todo um relato rocambolesco e situado historicamente que a banda conta no encarte (envolvendo piratas, rum e uma cidade em Madagascar), a verdade sobre esse nome é bem outra, conforme conta o guitarrista Alexandre “Cavalo” Dias: “Estávamos, o Paulão [de Carvalho, vocalista] e eu, num show da lendária banda Made in Brazil. Começamos a tomar umas cubas. O cara do bar ou ficou nosso amigo ou se encheu de tanta cuba que a gente pedia e nos deu duas jarras com muito rum, alguma Coca-Cola e um pingo de limão. Lógico que saímos tortos, mas o lance da ‘cuba na jarra’ ficou na nossa cabeça. Como rum é bebida de pirata, a gente inventou a história.”







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