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Mandriva 2010, simplesmente fantástico!

Bom, baixei o Mandriva 2010, já no seu lançamento, mas eu tive alguns problemas com minha Webcam, cheguei a pensar que era problema de hd, mas a infeliz estava travando qualquer linux que eu tentasse instalar, tanto que tentei o Slackware 13 64 Bits, Opensuse 11.2 RC2, Mandriva 2010, fiquei pirado com isso, pensei comigo, vou começar a arrancar as paradas USB, bingo, reiniciei e bingo, passou o “Reconhecendo o Novo Hardware [OK]“, estava travando bem ai, problema solucionado e bola para frente. A Mandriva, cada vez se superando com seus produtos, eu sou fâ de carteirinha deles. Estou adorando o novo sistema, o Kde está uma flecha de rápdio. Facilidade? Isso tem nome, Mandriva, se não fosse pela minha Cam usb mandingada, já estaria usando o Mandriva a 1 semana no mínimo. Bom, vou aproveitar tudo agora, pois ele está rodando 100%.
Olha a maravilha de Screenshot que eu tirei!

Não está chovendo em Curitiba :D

Baixando e instalando o Slackware 13 64 Bits

Download Slackware 13 64 Bits

Download Slackware 13 64 Bits

Depois de pouco mais de um ano sem usar o Slackware, surgiu a oportunidade (vontade :D ) de voltar a usar o bom e velho Slackware, agora com sua primeira versão em 64 bits, espero que todas aquelas coisas chatas de se configurar num sistema de 64 Bits estejam mais fáceis, o bom e velho Slackware é facinho de instalar e configurar, vamos ver o tal do java, flash e todas essas coisitas mais que eu uso bastante, com certeza vai dar certo. A velocidade de download está muito boa, consigo baixar ainda hoje, amanhã cedo eu gravo e instalo, se der certo na parte da manhã, já vai estar configurado, agora a dúvida cruel, Kde 3.5.10 ou 4x, acredito que vou ficar com a 3.5.10, visto que minha nvidia queimou e minha onboard não presta, mas não dá nada, dezembrão está ai, férias e placa de vídeo nova.
Depois que eu estiver instalado ele, configurado, coloco aqui as minhas alegrias e frustrações na instalação do sistema.
Vamos voltar no tempo então.

Lula vê censura em projeto de lei que endurece penas a crimes cibernéticos

Lula e a turma do Slackware

Lula e a turma do Slackware

Projeto prevê até prisão de quem baixar arquivos sem autorização do titular.
Presidente participou nesta sexta do Fórum Internacional de Software Livre.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou de censura o projeto de lei de autoria do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que endurece as penas para crimes cometidos na internet, durante participação no 10º Fórum Internacional de Software Livre (Fisl), em Porto Alegre, nesta sexta-feira (26).

“Essa lei que está aí não visa corrigir abuso de internet. Na verdade, quer fazer censura. Precisamos responsabilizar as pessoas que trabalham com internet, mas não proibir ou condenar. É interesse policialesco fazer uma lei que permite que as pessoas adentrem a casa de outras para saber o que estão fazendo, até seqüestrando os computadores. Não é possível”, disse Lula, após ouvir apelos da platéia para vetar a lei, segundo reportagem da “Agência Brasil”.

O projeto, que ainda tramita no Congresso Nacional, prevê que quem obtiver ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado sem autorização do legítimo titular, poderá ser preso. Para professores de comunicação e organizações ligadas à internet, atividades corriqueiras no mundo virtual, como baixar uma música ou um filme, poderão ser interpretadas como crime.

Em ocasiões anteriores, Azeredo alegou que o objetivo não é controlar o uso da internet, e sim punir crimes cibernérticos, como cópia de cartões de crédito e senhas. O texto obriga ainda que os provedores on-line guardem, por três anos, os registros de acesso e encaminhem esses dados à Justiça, quando solicitados para investigação. Com essas informações, a ideia é chegar ao endereço de um criminoso.

Lula recomendou ao ministro da Justiça, Tarso Genro, mudanças no Código Civil para contemplar o assunto de forma a responsabilizar as pessoas que trabalham com a questão digital e com a internet. Mas disse que não se deve “proibir ou condenar os internautas porque esse é um interesse policialesco de fazer uma lei que permita com que as pessoas adentrem à casa de outras para saber o que elas estão fazendo”, acrescentou Lula aos participantes do Fisl, que consideram que a lei fere a privacidade dos usuários da internet ao prever formas de identificá-los, segundo a Agência Estado.

Liberdade

De acordo com a Reuters, a um mês do lançamento de um blog pelo Planalto, o presidente Lula afirmou nesta sexta que o país nunca viveu um ambiente de liberdade de informação tão grande e, acredita que com o acesso cada vez maior à internet, a imprensa tradicional está perdendo poder para os novos meios.

“Finalmente este país está tendo o gosto da liberdade de informação. Estamos vivendo um momento revolucionário da humanidade em que a imprensa já não tem o poder que tinha há alguns anos. A informação já não é mais uma coisa seletiva em que os detentores da informação podiam dar golpe de Estado”, disse Lula em seu discurso no 10º Fisl, informou a Reuters.

Durante o fórum, Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, fizeram um balanço dos investimentos federais nas áreas de implantação de software livre e programas de inclusão digital em órgãos públicos e em programas para a sociedade.

“Podem ficar certos que neste governo é proibido proibir. O que nós fazemos é discutir. Os empresários sabem que nós discutimos sem rancor e sem mágoa”, disse o presidente, ao defender a liberalização do software, acrescentando que o governo calcula uma economia de R$ 370 milhões com a implantação do software livre desde o início do governo Lula, em 2003.

Inclusão

Lula afirmou ainda que “inclusão digital” é a palavra mais “sexy” do governo e que dez ministros de sua equipe falam do assunto, de acordo com a Agência Estado.

Ao lembrar que nesta semana inaugurou no Paraná a ligação de número 2 milhões do programa Luz Para Todos, o presidente disse que 83% dos novos usuários ligados à rede elétrica adquiriram televisão. Outros 79% compraram geladeira, segundo Lula, mas não foi feita pesquisa sobre a compra de computadores entre esses consumidores.

Fonte: G1

FISL 2009: O que o co-fundador do The Pirate Bay veio dizer aqui

Peter Sunde

Peter Sunde

Reproduzo abaixo trechos dos comentários da cobertura da Info e do site do PSL-BR, em que percebi como tônica o incentivo ao questionamento (e descumprimento…) da atual legislação de direito autoral.

Na mais disputada apresentação do FISL, co-fundador do Pirate Bay ataca indústria e conclama: continuem a copiar.

Abrindo o segundo dia de palestras do Fórum Internacional de Software Livre, o sueco Peter Sunde levantou a platéia com uma apresentação repleta de ataques ao atual modelo de negócios da indústria cultural.

(…) O sueco, que calçava espalhafatosos tênis amarelos, afirma que não teme os processos e os mandatos de prisão que a equipe do Pirate Bay vem recebendo. “Não entendo como a indústria cultural pode perder dinheiro por nossa causa. É um teatro. É mais uma questão de não nos deixar provar o nosso ponto de vista”.

Até a tecnologia que dá base de sustentação ao tracker Pirate Bay foi criticada por Sunde. “Espero que o Bit Torrent melhore, pois ele já não é bom o suficiente. Já é algo velho, com uns 6 ou 7 anos. Precisa evoluir.”

Pela lotação da sala e pelos comentários nos corredores, essa já foi considerado o melhor momento do Fórum. (via info.abril.com.br)

Do PSL-BR, sobre a coletiva de imprensa:

Em coletiva de imprensa realizada ontem no 10 Fórum Internacional Software Livre-fisl10, o sueco co-fundador do site The Pirate Bay(TPB), Peter Sunde, se manifestou em favor da liberdade na internet. Na ocasião Sunde afirmou que com a realização de ações na justiça e criação de leis para vigiar e cortar o acesso de quem faz download, as indústrias de música e de cinema pretendem manter um modelo de negócio que não faz mais sentido nos dias de hoje.“Não adianta, as pessoas não vão parar de baixar. Querer ser contra este fato é como querer ilegalizar a cor azul. Por mais que se apague, sempre vai haver algo azul em algum lugar”, afirmou o sueco.

Apesar de ter sido condenado recentemente por um tribunal sueco a um ano de prisão sob acusação de quebra de direito autoral, Sunde, demonstrou na coletiva não ter deixado de lado sua luta pela liberdade tecnológica e da internet.

“Se uma obra tem licenças, então ela tem restrições. Sou contra qualquer tipo de restrição. Todo mundo deveria ter o direito de baixar o quanto e o que quiser, seja para qualquer finalidade, comercial ou não. O público já decidiu que não deseja pagar nada pelo conteúdo”, completou o co-fundador do TPB. (via fisl.softwarelivre.org)

Fonte:  BR-Linux

Lançado Slackware 12.2

E Foi lançada a nova versão estável do Slackware, a versão 12.2, muitas novidades nessa nova versão, que promete ser a melhor já feita até hoje.
Seguem abaixo algumas novidades da versão.

  • Kde 3.5.10, a última da série 3x, com HAL ativado, que permite a montagem de dispositivos sem a utilização de comando sudo.
  • Kernel 2.6.27.7
  • Os binários GNU estão linkados com a versão 2.7 da GLIBC.
  • X11 baseado na versão modular do X.ORG.
  • GCC 4.2.4 como compilador C, C++ padrão, bem como Fortran 77/95 e Ada 95 como compiladores default.
  • Suporte total a redes encripitadas com Openssl, Openssh, Openvpn e Gnupg.
  • Apache 2.2.10 e Php 5.2.8.

E muitas outras novidades que poderão ser lidas no anúncio oficial e para baixar o Slackware 12.2 é só ir a página de downloads do Slackware.
Apesar de não usar o Slackware a algum tempo, esta distribuição é que me fez conhecer como que o Linux funciona, adorava o Slackware.

Longa vida ao Slack!!

Slackware

Slackware

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